"A internet é um infindável mundo de perguntas e respostas" - Foi com base nesta afirmação,que eu abri o Firefox (para os menos familiarizados,é um browser equivalente ao Internet Explorer,mas bem melhor) e decidi procurar no motor de busca da Google "Modos de evitar a ressaca" depois aparecem os resultados e de facto apercebi-me do meu próprio erro,eu não é querer evitar,é querer aniquilá-la de imediato,acabar logo com a agonia,por isso,fiz refresh e voltei a escrever "Como acabar com a ressaca",maioria dos resultados àcerca do tema,eram provenientes de sites brasileiros.
Decidi abrir um,que dizia "método infalível" e vou lêr..além de vir com a merda do costume de "evite a ressaca,mantenha-se bêbado" ou "não beba e assim não há ressaca"..confesso que me deu uma neura,porque de facto,respostas desta,dispensava eu,olha a pôrra.
Para os comediantes que vêm com a laraxa do "mantém-te bêbado" é só para dizer...a ressaca manifesta-se logo à primeira cerveja,pelo menos no GADA sim,porque mal bebemos uma e já tamos com uma desidratação de tal forma (Sede imensa) que temos logo de beber outra de enfiada e por aí fora.
Porém,depois pensei bem sobre o assunto (isto foi há 15 dias) ou melhor,num dia seguinte a uma daquelas noites onde o àlcool parece açucar e nós diabéticos a necessitar de compensar,lá veio a tão afamada senhora,denominada de "ressaca" e curiosamente,senti...uma alegria.A alegria de quem não se lembrava de nada da noite anterior,porém,aquela dor de cabeça latejante,aquela secura na boca,aquele cheiro a àlcool na minha roupa,aquele estômago pesado,eram sintomas de que,por muito que não me recordasse da noite anterior,tinha ali as provas físicas de que tinha sido uma noite Fenomenal.
É assim,que naquilo que começou como um combate à ressaca,concluo com a tese de que a Ressaca é a garantia palpável da "felicidade",é também a fronteira que separa homens de garotos..um homem com ressaca? É um homem que excedeu os seus limites,que ousou...é um argonauta alcoólico (esta é dirigida a todos que cismam em dizer "eu nunca tenho ressaca").
Bom ok,porém como o GADA até é um grupo porreiro e não quer que os outros que não adoptem esta tese,sofram em demasia,aqui fica uma pequena dica natural de acabar com a ressaca,sem recorrer a ampôlas :
- Tomem um banho morno,bebam muita água (por causa da tal desidratação),comam fruta e bebam um café bem forte.
Ass : Fundador.
1.4.07
A verdade por detrás da cerveja
A APVC – Associação Portuguesa dos Produtores de Cerveja - que promove a Semana Nacional da Cerveja no fim de Abril, recorreu a vários estudos científicos para mostrar os benefícios da cerveja na saúde. A saúde da mulher é abordada de forma particular, já que a osteoporose, a obesidade e o cancro da mama são doenças potencialmente prevenidas através do consumo regular de cerveja.
O King’s College London mostra que o silício, um mineral em abundância na cerveja, favorece o processo de formação dos ossos e pode prevenir a osteoporose. O silício fortalece o colagéneo dos ossos, conferindo-lhes força e flexibilidade, explica Jonathan Powell, do Departamento de Nutrição e Medicina daquela Universidade.
A densidade óssea da anca e da coluna vertebral aumenta com a ingestão de ácido silícico. Até aos 35 anos de idade, a ingestão deste mineral pode prevenir a osteoporose em idades mais avançadas; contudo, depois da menopausa, as mulheres já não sofrem este benefício. Isto porque o efeito varia conforme os factores hormonais, sendo que os homens são mais beneficiados do que as mulheres.
O silício está presente na água mineral, na cerveja, nos cereais e em alguns frutos e vegetais. Um copo de cerveja tem 6 mg de silício, cerca de 20% da dose diária recomendada.
A University College de Londres afirma que a cerveja não engorda nem provoca a chamada “barriguinha de cerveja”. Adianta também que não é só o consumo de vinho que previne as doenças cardiovasculares.
Um estudo levado a cabo pelo departamento de Epidemiologia e Saúde Pública desta Universidade conclui que a cerveja, tal como o vinho, pode prevenir doenças cardiovasculares. A cerveja produz benefícios de protecção contra os enfartes de miocárdio.
Martin Boback, o orientador desta pesquisa, estudou o consumo da cerveja e relacionou-o com o aumento do índice de massa corporal e a proporção cintura-anca, e concluiu que não se podia atribuir a conhecida “barriguinha da cerveja” ao consumo desta bebida.
O estudo foi realizado em 891 homens e 1098 mulheres entre os 25 e os 64 anos da República Checa, país onde o consumo de cerveja per capita é bastante elevado. A média semanal era de 3,1 litros para os homens e 0,3 litros para as mulheres. Os resultados demonstram que, nos homens, a proporção cintura-anca relaciona-se com o consumo de cerveja, mas não de forma significativa. É preciso ter em consideração que o tabaco, o alto colesterol e outros factores também contribuem para o risco de doença cardíaca. Nas mulheres, esta relação entre o consumo de cerveja e a proporção cintura-anca não se verifica. Existe, aliás, uma associação negativa entre o consumo da bebida e o índice de massa corporal.
Este estudo foi publicado no European Journal of Clinical Nutrition.
A Faculdade de Ciências da Alimentação e Nutrição da Universidade do Porto sistematizou as propriedades nutricionais e funcionais da cerveja, num estudo conduzido por Manuel Rocha de Melo. O estudo conclui que o consumo de cerveja pode prevenir várias doenças, graças ao alto teor de vitaminas do complexo B, polifenóis, fibra solúvel, minerais e álcool, bem como ao fraco conteúdo de lípidos e açúcares.É portanto, aconselhada como complemento numa dieta saudável.
Entre as doenças indicadas no estudo, encontra-se o cancro, a doença cardiovascular, a demência, etc. O álcool pode prevenir o aparecimento do diabetes tipo 2, reduzindo os níveis de insulina, por outro lado, os polifenóis constantes na cerveja têm capacidade antioxidante e podem desempenhar um papel quimiopreventivo, revela o estudo. A fibra solúvel (tanta como a do sumo de laranja) regula os níveis de colesterol e de glicose no sangue, desenvolve a flora intestinal e diminui a incidência de cancro do cólon e da diverticulose.
Num estudo do Centro de Farmacologia e Biopatologia Química da Universidade do Porto, conduzido pelas nutricionista Sandra Silva e orientado pela investigadora Maria da Conceição Calhau, conclui-se que a cerveja, assim como o vinho e o chá verde, pode reduzir a incidência do cancro da mama. Os compostos polifenólicos (xanta-humol, resveratrol e epigalocatequina-3-galato) existentes em qualquer uma destas bebidas “quando presentes no meio de cultura de uma linha celular de carcinoma mamário foram capazes de reduzir a proliferação celular”, diz o estudo. Esta pesquisa adianta ainda que o xanto-humol, composto abundante na cerveja, é o que apresenta maior efeito inibitório sobre o crescimento celular.
O cancro da mama continua a ser a primeira causa de morte das mulheres entre os 35 e os 55 anos e a segunda em mulheres de todas as idades.
As conclusões deste estudo foram apresentadas à American Physiological Society (APS), em Março de 2005.
O GADA agradece a todos os investigadores e promete continuar a cultivar o gosto pela cerveja entre os seus membros e espalhar os seus benefícios entre os "cépticos".
ASS : FUNDADOR.
O King’s College London mostra que o silício, um mineral em abundância na cerveja, favorece o processo de formação dos ossos e pode prevenir a osteoporose. O silício fortalece o colagéneo dos ossos, conferindo-lhes força e flexibilidade, explica Jonathan Powell, do Departamento de Nutrição e Medicina daquela Universidade.
A densidade óssea da anca e da coluna vertebral aumenta com a ingestão de ácido silícico. Até aos 35 anos de idade, a ingestão deste mineral pode prevenir a osteoporose em idades mais avançadas; contudo, depois da menopausa, as mulheres já não sofrem este benefício. Isto porque o efeito varia conforme os factores hormonais, sendo que os homens são mais beneficiados do que as mulheres.
O silício está presente na água mineral, na cerveja, nos cereais e em alguns frutos e vegetais. Um copo de cerveja tem 6 mg de silício, cerca de 20% da dose diária recomendada.
A University College de Londres afirma que a cerveja não engorda nem provoca a chamada “barriguinha de cerveja”. Adianta também que não é só o consumo de vinho que previne as doenças cardiovasculares.
Um estudo levado a cabo pelo departamento de Epidemiologia e Saúde Pública desta Universidade conclui que a cerveja, tal como o vinho, pode prevenir doenças cardiovasculares. A cerveja produz benefícios de protecção contra os enfartes de miocárdio.
Martin Boback, o orientador desta pesquisa, estudou o consumo da cerveja e relacionou-o com o aumento do índice de massa corporal e a proporção cintura-anca, e concluiu que não se podia atribuir a conhecida “barriguinha da cerveja” ao consumo desta bebida.
O estudo foi realizado em 891 homens e 1098 mulheres entre os 25 e os 64 anos da República Checa, país onde o consumo de cerveja per capita é bastante elevado. A média semanal era de 3,1 litros para os homens e 0,3 litros para as mulheres. Os resultados demonstram que, nos homens, a proporção cintura-anca relaciona-se com o consumo de cerveja, mas não de forma significativa. É preciso ter em consideração que o tabaco, o alto colesterol e outros factores também contribuem para o risco de doença cardíaca. Nas mulheres, esta relação entre o consumo de cerveja e a proporção cintura-anca não se verifica. Existe, aliás, uma associação negativa entre o consumo da bebida e o índice de massa corporal.
Este estudo foi publicado no European Journal of Clinical Nutrition.
A Faculdade de Ciências da Alimentação e Nutrição da Universidade do Porto sistematizou as propriedades nutricionais e funcionais da cerveja, num estudo conduzido por Manuel Rocha de Melo. O estudo conclui que o consumo de cerveja pode prevenir várias doenças, graças ao alto teor de vitaminas do complexo B, polifenóis, fibra solúvel, minerais e álcool, bem como ao fraco conteúdo de lípidos e açúcares.É portanto, aconselhada como complemento numa dieta saudável.
Entre as doenças indicadas no estudo, encontra-se o cancro, a doença cardiovascular, a demência, etc. O álcool pode prevenir o aparecimento do diabetes tipo 2, reduzindo os níveis de insulina, por outro lado, os polifenóis constantes na cerveja têm capacidade antioxidante e podem desempenhar um papel quimiopreventivo, revela o estudo. A fibra solúvel (tanta como a do sumo de laranja) regula os níveis de colesterol e de glicose no sangue, desenvolve a flora intestinal e diminui a incidência de cancro do cólon e da diverticulose.
Num estudo do Centro de Farmacologia e Biopatologia Química da Universidade do Porto, conduzido pelas nutricionista Sandra Silva e orientado pela investigadora Maria da Conceição Calhau, conclui-se que a cerveja, assim como o vinho e o chá verde, pode reduzir a incidência do cancro da mama. Os compostos polifenólicos (xanta-humol, resveratrol e epigalocatequina-3-galato) existentes em qualquer uma destas bebidas “quando presentes no meio de cultura de uma linha celular de carcinoma mamário foram capazes de reduzir a proliferação celular”, diz o estudo. Esta pesquisa adianta ainda que o xanto-humol, composto abundante na cerveja, é o que apresenta maior efeito inibitório sobre o crescimento celular.
O cancro da mama continua a ser a primeira causa de morte das mulheres entre os 35 e os 55 anos e a segunda em mulheres de todas as idades.
As conclusões deste estudo foram apresentadas à American Physiological Society (APS), em Março de 2005.
O GADA agradece a todos os investigadores e promete continuar a cultivar o gosto pela cerveja entre os seus membros e espalhar os seus benefícios entre os "cépticos".
ASS : FUNDADOR.
30.3.07
Comunicado 1.0
"Chama-se Alcoolémia à presença de álcool no sangue" - Penso que a frase dá logo a resposta ao "porquê do nome alcoolémia para o blog".
Bem Vindos ao Blog do Grupo Alcoólico da Aldeia (radicado na freguesia de Aldeia de João Pires).
Ass: Fundador.
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